Membros

Nastassja Pugliese – coordenadora 

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Professora Adjunta na UFRJ – Faculdade de Educação, no Departamento de Fundamentos da Educação. Professora permanente do Programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Educação da UFRJ. Professora permanente do Programa de Pós-Graduação em Lógica e Metafísica no Departamento de Filosofia da UFRJ. Coordena a Cátedra UNESCO para a História das Mulheres na Filosofia, Ciências e Cultura, sediada na Decania do CFCH da UFRJ. Coordena o grupo de pesquisas Outros Clássicos (FE/CNPq) e é coordenadora de área (Filosofia) do PIBID 2025-2016. Foi coordenadora e fundadora do GT Mulheres na História da Filosofia (ANPOF). Atuou como Professora Visitante na Simon Fraser University (2022) e na University of Georgia (2023-2024) tendo sido contemplada com o Wilson Center Invited Lecturer Award (2024). Realiza estágio pós-doutoral na PUC-Rio em metodologia da pesquisa interdisciplinar no estudo das ciências cognitivas da religião (2023-). Atua nas seguintes áreas: história da filosofia moderna, metodologias em história da filosofia, currículo, ensino de lógica e filosofia da educação.

Renato Matoso – pesquisador

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Renato possui graduação em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2006), Mestrado em Filosofia Antiga (área de concentração: Filosofia daLinguagem – 2009) e doutorado em Filosofia Antiga (área de concentração: Ontologia – 2014) pela mesma instituição. Atua nas áreas de Filosofia Antiga e Filosofia da Religião, com ênfase em Metafísica, Teoria do Conhecimento e Cognição. Desde 2004, exerce atividades de pesquisa junto ao Núcleo de Filosofia Antiga (NUFA) da PUC-Rio. Durante seu doutoramento, colaborou, na condição de Visiting Research Fellow, com a Prof. Mary Louise Gill (Brown University) em pesquisas acerca da obra de Platão, em especial o diálogo Parmênides. Renato exerceu pesquisas de Pós-Doutorado junto à Cátedra UNESCO-Archai da Universidade de Brasília e ao Programa de Pós-Graduação em Lógica e Metafísica da UFRJ. Atualmente, Renato é professor dos Programas de Graduação e Pós-Graduação em Filosofia da PUC-Rio, Docente Colaborador do Programa de Pós-Graduação em Metafísica da UnB e Editor Assistente do Plato Journal – the Journal of the International Plato Society. Em 2019, Renato se tornou o primeiro pesquisador latino-americao a receber o Academic Cross-Training Fellowship (The John Templeton Foundation). É o atual presidente da Sociedade Brasileira de Platonistas (2019-2020) e membro ativo da International Plato Society, da International Association for the Cognitive Science of Religion e da Metaphysical Society of America.

Doutora em Filosofia pela Unisinos (2022) e pesquisadora de pós-doutorado da Cátedra Unesco para a História das Mulheres na Filosofia, Ciências e Cultura com dois projetos sob a supervisão da professora Nastassja Pugliese (FE-UFRJ), coordenadora da Cátedra. O primeiro, inscrito na intersecção entre metafilosofia e historiografia, está sendo executado no Programa de Pós-Graduação Lógica e Metafísica (PPGLM) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e financiado pelo Programa Pós-Doutorado Nota 10 (PDR-10) (2024-2028) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ). O segundo, inscrito na intersecção entre o resgate das obras de mulheres filósofas e ensino de filosofia, está sendo executado junto ao Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da Faculdade de Educação (FE) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e é financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) através do Programa Prêmio Capes de Tese (2023). 

Leticia Moreira da Silva Martins

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Aluna de mestrado em educação no PPGE-UFRJ . Nesta pesquisa busco compreender quais os principais desafios de docentes negras recém-formadas do curso de ciências biológicas do estado do Rio de Janeiro na inserção no mercado de trabalho e continuidade na academia. Essa pesquisa é uma continuidade do trabalho final da especialização do CESPEB, onde busquei compreender a construção da negritude nas trajetórias de vida de licenciandos(as) negros e negras de cursos de Ciências Biológicas do estado do Rio de Janeiro e em que medida a construção de si como docente está atravessada por esse processo. Esse objetivo dialoga com autoras que pensam a formação além dos processos institucionais, a partir também da construção biográfica de si e das trajetórias de vida de professores. Analisei esses elementos a partir de entrevistas semiestruturadas. A discussão indicou que a construção de si enquanto “docente negro ou negra” não é linear, mas sim uma construção inacabada constituída inclusive no relato de si. Entre os elementos mobilizados pelos(as) entrevistados(as), podemos citar a família, a escola, aparatos midiáticos, movimentos sociais e a própria universidade. 

Graduada em Letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e mestranda em Educação pela mesma universidade. Membra da Cátedra desde 2022, tem desenvolvido projetos sobre o resgate de mulheres escritoras. Ganhou o Prêmio MITACS Globallink Research Award e cursou um semestre na Simon Fraser University no Canadá. Bolsista de mestrado PPGE/CAPES.

Licencianda do curso de Pedagogia na UFRJ. Pesquisadora bolsista de Iniciação Científica (IC/UFRJ) no Projeto Outros Clássicos: História da Filosofia e Educação (FE-UFRJ/CNPq), parte das atividades da Cátedra UNESCO para a História das Mulheres na Filosofia, Ciência e Cultura, que investiga as obras filosóficas escritas por mulheres e seus contextos, pensando na educação e na história da educação das mulheres no Brasil do século XIX. Integrante do Projeto de Pesquisa Filósofas Brasileiras no Século XIX: o cartesianismo prático e os fundamentos filosóficos do direito à educação (UFRJ). Gestora técnica do site institucional da Cátedra e suporte técnico às atividades do projeto de extensão Memória e Acervos Digitais.

Maria Eduarda Araujo Lima de Farias

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Graduanda em Pedagogia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (CFCH/FE) e pesquisadora bolsista em Iniciação Científica pela FAPERJ. No âmbito do grupo de pesquisa Outros Clássicos desenvolvo a pesquisa “Acesso e direito à educação no Brasil Império: Uma leitura a partir das produções filosóficas femininas no período pós-colonial” que busca contribuir com a bibliografia sobre a produção filosófica feminina no Brasil do século XIX, trazendo a luz dos debates o acesso e direito à educação durante o período pós-colonial.

Sylvia Gabriela Rodrigues Azevedo

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Potiguar, graduanda em Licenciatura em Pedagogia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Pesquisadora da Cátedra UNESCO para a História das Mulheres na Filosofia, Ciências e Cultura onde investiga a história das pesquisadoras e professoras do Instituto de Matemática Pura e Aplicada do Rio de Janeiro. Foi 2º lugar no prêmio Eliza Frota Pessoa na categoria Ciências Humanas 2023, com trabalho sobre a promoção da igualdade de gênero na matemática. Sylvia Gabriela é bolsista de iniciação científica pela FAPERJ.

Colaboradores

Doutora em Filosofia pela PUC-Rio e especialista em filosofia das ciências formais (computação, lógica e matemática). Foi professora na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2013-2018), na Universidade Federal de Santa Maria (2018-2023) e na California State University San Bernardino (2023-2025). Tem experiência em tópicos de ensino de lógica e filosofia desde uma perspectiva interdisicplinar e se interessa pelo programa de resgate de mulheres na história e na filosofia das ciências formais.

Ex-alunas

Karyne Passos dos Santos

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Karyne Passos é educadora, produtora cultural e pesquisadora. Tem como tema de pesquisa a reeducação das relações étnico-raciais através de movimentos sociais e em sua atuação desenvolve e coordena a execução de projetos culturais e educativos em prol da valorização das histórias, culturas e vidas negras e periféricas. É coordenadora do Slam Laje, primeira batalha de poesia do conjunto de favelas do Complexo do Alemão; co-idealizadora do projeto “Nunca Foi Sorte, Sempre Foi Poesia”, onde atuou na produção editorial do livro NFSSFP, na produção geral do filme NFSSFP e também na produção do 1º circuito literário realizado no Complexo do Alemão; e fundadora da Editora Slam Laje. Bolsista de mestrado do PPGE/CAPES.

 Declaração Universal dos Direitos Humanos

Adotada e proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas (resolução 217 A III) em 10 de dezembro de 1948.

Artigo 27 – Direito à ciência

1. Todos os seres humanos têm o direito de participar livremente na vida cultural da comunidade, de fruir das artes e de participar do processo científico e de seus benefícios.

2. Todos os seres humanos têm direito à proteção dos interesses morais e materiais decorrentes de qualquer produção científica, literária ou artística da qual seja autor.

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