Você pode citar esta entrada: PONTES, Yasmim. “Nísia Floresta” em Memória e Acervos Digitais. Cátedra UNESCO para a História das Mulheres na Filosofia, Ciências e Cultura. Acessado em (adicionar data do acesso e link para esta página).
Todas as fontes listadas estão disponíveis na Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional ou no Google Books
Material de apoio sobre Floresta:
Linha do tempo interativa que leva para suas obras:

1810 – Nasce em 12 de outubro na cidade de Papari (atualmente Nísia Floresta), no Rio Grande do Norte, Dionísia Gonçalves Pinto. Confira um mapa da época:
Disponível em: https://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_cartografia/cart171226/cart171226.jpg
1827
Na Câmara dos Senadores no Rio de Janeiro é feito um debate sobre a educação das meninas brasileiras, na ocasião da promulgação da lei de 15 de outubro de 1827. No Diário da Câmara (1827), Visconde de Cayrú (1756-1835) usa a inglesa Mary Wollstonecraft como símbolo de imoralidade. Pugliese (2023) entende que esta discussão estimula Nísia Floresta a realizar a tradução Direitos das Mulheres e as Injustiças dos Homens (1832).
Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=709468&pesq=meninas+educacao&pagfis=1161
1832 – Adota o pseudônimo “Nísia Floresta Brasileira Augusta” na sua primeira publicação: Direito das Mulheres e Injustiça dos Homens. Essa obra foi considerada uma tradução de Mary Wollstonecraft, uma vez que o livro é atribuído a “Mistress Godwin”. O livro tem a sua primeira edição pela Tipografia Fidedigna, em Recife. Porém, a única edição disponível encontra-se na Biblioteca Nacional e tem como data de publicação o ano de 1833, sendo a segunda edição da obra. A digitalização desta versão foi fruto de um esforço da Cátedra UNESCO para História das Mulheres junto à Fundação Biblioteca Nacional.
Sabemos hoje (Botting & Mathews 2014) que a obra é tradução de uma versão francesa (por César Gardeton) do primeiro Panfleto Sofia.
1837 – Por causa da Revolução Farroupilha, Floresta muda-se para o Rio de Janeiro com seus filhos. Em 5 de setembro de 1837, saí no Jornal do Commercio a primeira divulgação da obra de Floresta (provavelmente, a terceira edição de Direito das Mulheres e Injustiça dos Homens)
Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/docreader.aspx?bib=364568_02&pasta=ano%20183&pesq=%22Direito%20das%20mulheres%22&pagfis=9265
Disponível em https://memoria.bn.gov.br/DocReader/docreader.aspx?bib=364568_02&pasta=ano+183&pesq=%22Direito+das+mulheres%22&pagfis=10934
1838 – Nísia Floresta publica um anúncio para a inauguração de seu colégio para meninas.
Neste mesmo ano, encontramos mais publicidade da obra Direito das Mulheres e Injustiça dos Homens no Jornal do Commercio.
1839 – Publica-se no Jornal do Commercio mais um anúncio do livro Direito das mulheres e injustiça dos homens, atribuído a “uma pernambucana”.

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/docreader.aspx?bib=364568_02&pagfis=11828
Sai no Rio de Janeiro, pela Tipografia de J. E. S. Cabral e com o pseudônimo “N. F. B. Augusta”, a primeira edição de Conselhos à minha filha. A primeira edição da obra não se encontra disponível de forma digitalizada.
1841 – Publica-se no Jornal do Commercio do dia 24 de dezembro de 1841 uma nota elogiosa ao Colégio Augusto e à Lívia
Disponível em https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=364568_03&hf=memoria.bn.br&pagfis=2716
1843 – Publica-se em dezembro no Jornal do Commercio, a pedido, a premiação de fim de ano das alunas do Colégio Augusto, com os nomes das contempladas em cada disciplina.
Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=364568_03&hf=memoria.bn.br&pagfis=5757
Publica-se no Jornal do Commercio, o agradecimento de um pai para/com as as escolas que participaram da Primeira Comunhão na Igreja do Convento de Nossa Senhora da Ajuda.
Disponível em https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=364568_03&hf=memoria.bn.br&pagfis=5757
1845 – É lançada no Rio de Janeiro, a segunda edição de Conselhos à minha filha. A obra foi ampliada com a inserção de 40 pensamentos de Floresta em dísticos e quadras na parte final.
É publicado no Jornal do Commercio a premiação de final de ano do Collegio Augusto.
Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=364568_03&hf=memoria.bn.br&pagfis=8734
1846 – É publicada, novamente, a premiação anual de final de ano do Collegio Augusto. Lívia, filha de Floresta, é premiada em “latinidade”.
Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=364568_03&hf=memoria.bn.br&pagfis=10307
Publica-se no jornal O Mercantil uma nota sobre o Collegio Augusto. Infelizmente, a página digitalizada pela Biblioteca Nacional encontra-se muito mal conservada, porém, este trecho é disponibilizado por Adauto da Câmara no livro História de Nísia Floresta.
Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=228133&pagfis=3384
“Instrução Primária” em Jornal O Mercantil
1847 – Publicado no jornal O Mercantil, do Rio de Janeiro, um Comunicado com o título “Instrução Pública − Revista dos Colégios da Capital”, no qual é redigida uma crítica ao ensino do Colégio Augusto.
“Vamos à Rua de D. Manoel [número 20] e lancemos uma vista d’olhos sobre o Colégio Augusto, dirigido por D. Nísia Floresta Augusta. Há casas de educação que têm o mau gosto de ensinar as meninas a fazer vestidos ou camisas. Mas parece que D. Augusta acha isto muito prosaico. Ensina-lhes latim. E por que não grego e hebraico?
Pobre diretora! Está tão satisfeita de si mesma e de seu colégio: está tão intimamente persuadida que é o primeiro estabelecimento de instrução do império, que em verdade causa dó arrancar-lhe tão suave ilusão! Disse Calderón [de la Barca, dramaturgo espanhol] em uma de suas peças: “Estranhareis porventura a quem nunca viu o sol o pensar que a lua é o mais brilhante dos astros? Escarnecereis de quem nunca visse o sol nem a lua, e vos gabasse o deslumbrante e incomparável esplendor de Vênus? Não. É, pois, natural que D. Nísia, que nunca viu senão o próprio colégio, o ponha acima dos mais [demais]. Há nesta opinião mais ingenuidade do que vaidade. Notaremos apenas a D. Floresta que se esquece um tanto do verdadeiro fim da educação, que é adquirir conhecimentos úteis, e não vencer dificuldades sem nenhuma utilidade real.”
Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=228133&pagfis=3467
É publicado no jornal O Mercantil um artigo intitulado “Estatística Colegial” onde o Colégio Augusto é mencionado, assim como Nísia (que tem seu nome trocado por Elisa).
“Idem de 28. Houce a scena mais tocante da natureza ao ver desertarem as candidatas jovens do collegio Augusto (para onde desertarião?) digirido, não pela Sra. D. Elisa (como hontem) mas pela Sra. D. Nizia Floresta Brasileira Augusta. Essa troca de nomes de um dia para outro me faz lembrar, não o acaso confessor, mas um outro inda em nossos dias acontecera lá para as províncias do norte.”
Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=228133&pagfis=3407
Nísia lança a sua primeira obra de ficção em 8 de abril: um conto didático-moralista breve intitulado Fany ou o Modelo das Donzelas, em edição do Colégio Augusto publicada com o pseudônimo “N. B. Augusta”. Essa obra não se encontra digitalizada pela Biblioteca Nacional.
Sai em julho a segunda obra de ficção de Nísia, Daciz ou a Jovem Completa, um conto didático-moralista de 15 páginas destinado às suas alunas, com o pseudônimo “N. F. B. A”. Infelizmente, não se encontra nenhum exemplar desta obra digitalizado.
Publica-se no final do ano, pela Tipografia Imparcial de F. de Paula Brito, o Discurso que dirigiu a suas Educandas com o nome “N. F. B. Augusta”, em 18 de Dezembro de 1847.
Disponível em: https://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_obrasgerais/drg136487/drg136487.pdf
Publica-se, novamente, a premiação de final de ano do Collegio Augusto no Jornal do Commercio em 25 de dezembro de 1847, dando destaque às alunas.
Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/docreader.aspx?bib=364568_03&pasta=ano%20184&pesq=%22collegio%20augusto%22&pagfis=11842
1848
Floresta contribui com 10 contos (10$000) na subscrição para a aquisição de paramentos religiosos destinados à Irmandade do Santíssimo Sacramento.
1849
É publicado, no Rio de Janeiro, pela Tipografia de L. A. F. Menezes, A Lágrima de um Caeté, poema em defesa da causa indígena, sobre a Revolução Praieira, com o pseudônimo “Tellesilla”. A obra não está digitalizada pela Biblioteca Nacional, mas é possível acessá-la através do link https://archive.org/details/DELTA53690FA
Publica-se no Jornal do Commercio um anúncio de Daciz ou a Jovem Completa
Nísia Floresta viaja à Europa devido a uma recomendação médica dada à filha, Lívia Augusta, por ter sofrido uma queda séria de um cavalo. Floresta leva consigo, também, o filho mais novo.
Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=217280&pesq=ano%20184&hf=memoria.bn.gov.br&pagfis=2674
A partida de Nísia Floresta também é publicada no jornal Correio da Tarde
Disponível em https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=616028&&pasta=ano%20184&hf=memoria.bn.gov.br&pagfis=2044
Publica-se no Jornal do Commercio um aviso sobre a viagem de Floresta à Europa e sobre a sua substituição temporária enquanto ela estiver fora.
Disponível em https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=364568_03&hf=memoria.bn.br&pagfis=14503
Floresta publica uma nota no Jornal do Commercio, em 2 de novembro, comunicando para suas alunas sobre a partida para a Europa.
“Nísia Floresta Brasileira Augusta, oprimida da saudade que lhe esmaga o coração ao separar-se pela primeira vez da pátria, onde a prendem tantas e tão caras afeições, não pôde despedir-se das famílias de sua amizade. Ela lhes envia, pois, um triste adeus, pedindo-lhes que o acolham como expressão de sentimento que lhes há sempre consagrado. “E vós, ó caras educandas suas, recebei um ósculo maternal que ela vos envia sob o símbolo de uma lágrima.”
Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=364568_03&pagfis=14639
1850
É publicado no Jornal do Commercio um poema atribuído à Nísia Floresta ao “Eximio Philosopho Brasileiro Fr. Francisco do Monte Alverne. Por ocasião do brilhante discurso, que improvisou no dia 10 de dezembro de 1848 na inauguração do – Ensino Philosophico.”
Disponível em https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=094170_01&pagfis=33019
São publicados pela Tipografia Fluminense de Lopes & Cia, dois volumes do romance Dedicação de uma amiga enquanto Floresta estava em Paris. Essa(s) obra(s) não se encontram digitalizadas na Biblioteca Nacional.
Publica-se o segundo anúncio de Daciz ou a Jovem Completa, no jornal O Annunciador. O anúncio foi republicado em 23 de maio e em 29 de maio. Em 16 de agosto, anuncia-se no Jornal do Commercio. Em 19 de agosto, divulga-se o livro no Correio da Tarde. Em 27 de agosto e 28 de agosto, o anúncio saiu no Correio Mercantil e Instrutivo. Em 29 de agosto e 19 de setembro é a vez do jornal O Grátis. Em 23 de setembro é, novamente, publicado no Periódico dos Pobres. O Grátis republica o anúncio em 26 de setembro e em 3 de outubro. Por fim, em 3 de dezembro sai o último anúncio do livro, no Periódico dos Pobres.
Disponível em https://memoria.bn.gov.br/DocReader/docreader.aspx?bib=717649&pagfis=3
Sai o único anúncio conhecido do romance, Dedicação de uma amiga, no periódico O Anunciador, do Rio, em 5 de fevereiro.
Publica-se um anúncio do Collegio Augusto no Almanaque Administrativo de 1850, no qual são especificadas as disciplinas ensinadas na instituição.
Em Paris, comparece assiduamente ao auditório do Palais Cardinal para assistir às aulas do Curso de História Geral da Humanidade, ministradas pelo filósofo Augusto Comte, de quem se tornará amiga.
Em setembro, viaja até Lisboa, de onde, após breve estada, retornará em 1852 ao Rio de Janeiro para retomar suas atividades pedagógicas.
Publica-se um anúncio no Diário do Rio de Janeiro, no qual Nísia informa a fundação de outro colégio para meninas.
Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=094170_01&pesq&pasta=ano%20184&hf=memoria.bn.gov.br&pagfis=36350
1852
Floresta retorna ao Brasil e recebe uma nota elogiosa no Jornal das Senhoras, de Juana Paula Manso de Noronha.
Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=700096&pagfis=75
Também é publicado no Diário do Rio de Janeiro, uma nota elogiosa à Nísia Floresta e ao seu retorno ao Brasil.
Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=094170_01&pasta=ano%20184&hf=memoria.bn.gov.br&pagfis=36779
1853
Publica-se pela Tipografia de M. A. Silva Lima, no Rio de Janeiro, a obra Opúsculo Humanitário.
A mesma obra é publicada incompleta e sem autoria no Diário do Rio de Janeiro.
1854
É publicado no Rio de Janeiro, pela Tipografia de N. Lobo Vianna, um livro reunindo três textos de Nísia, que seriam reproduzidos em jornais no ano seguinte: “Páginas de uma Vida Obscura”, “Passeio ao Aqueduto da Carioca” e “O Pranto Filial”
1855
A obra Páginas de uma vida obscura é publicada no jornal O Brasil Illustrado, contudo, grande parte dos volumes do periódico não estão disponíveis na Biblioteca Nacional. É possível saber da publicação porque há uma divulgação da mesma no Jornal do Commercio.
Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=364568_04&ano%20185&pagfis=8258
É publicado no periódico O Brasil Illustrado o texto “Passeio ao Aqueduto da Carioca”. Assinado por B. Augusta.
Disponível em: https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/706817/per706817_1855_A00005.pdf
É publicado um agradecimento à Nísia Floresta pela prestação de cuidados médicos.
Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=217280&pagfis=11073
Publica-se outro agradecimento à Nísia Floresta por cuidados médicos.
Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReaderMobile.aspx?bib=217280&pagfis=11099
Nísia Floresta publica um texto chamado “Um apello á caridade feminil” no periódico O Correio Mercantil.
Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReaderMobile.aspx?bib=217280&pagfis=10929
É publicado no jornal Correio Mercantil um agradecimento à Nísia Floresta pela doação de um exemplar de Opúsculo Humanitário para o Gabinete Português de Leitura.
Disponível em https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=217280&pagfis=9217
É publicado um agradecimento de Floresta ao comparecimento dos amigos ao velório de sua mãe
Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=217280&pasta=ano%20185&hf=memoria.bn.gov.br&pagfis=10824
1856
Publica-se no periódico “O Brasil Illustrado”, o texto “Um pranto filial”, dedicado à morte de sua mãe no ano anterior.
Disponível em: https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/706817/per706817_1856_B00009.pdf
Nísia Floresta é mencionada no Jornal do Commercio como enfermeira homeopata
Disponível em https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=364568_04&pasta=ano%20185&hf=memoria.bn.gov.br&pagfis=9955
O Collegio Augusto deixa de existir
Nísia Floresta parte à Europa com sua filha Lívia, com o destino inicial à Havre.
Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReaderMobile.aspx?bib=090000&pagfis=794
Inicia correspondência com Auguste Comte, que posteriormente virarão um volume de livro
Publica, em Paris, a primeira obra em língua estrangeira: Itinéraire d’un Voyage en Allemagne
1858
Sai em Florença (Itália) a primeira edição italiana de Conselhos a Minha Filha, com o título Consigli a mia figlia e o pseudônimo “F. Brasileira Augusta”, em tradução da própria Nísia Floresta. Os quarenta pensamentos finais, originalmente em versos, vêm publicados em prosa. Infelizmente, não há digitalização da obra.
1859
Publica, na Itália, o livro Scintille d’un’Anima Brasiliana , sob o pseudônimo “Floresta Augusta Brasileira”.
Floresta inicia uma viagem pela Itália e pela Grécia, países nos quais residirá, em diversas cidades, neste ano e nos de 1860 e 1861.
1860
Em Florença (Itália), é publicado pela editora Le Monnier, a edição italiana de A Lágrima de um Caeté, com o título Le Lagrime de un Caeté, tradução de Ettore Marcucci.
1861
Nísia volta a viver na França.
1864
Publica-se em Paris o primeiro volume de Trois Ans en Italie, Suivis d’un Voyage en Grèce, com o pseudônimo “Une Bresilienne”
Publica-se em Paris o romance Parsis, do qual não se conhece nenhum exemplar e não tem nenhuma notícia sobre a editora, a extensão ou o conteúdo do enredo, embora seja citado por todas as fontes e estudiosos.
Publica-se em Londres (Inglaterra) a tradução inglesa de “La Donna” (A Mulher), um dos cinco ensaios de Scintille d’un’Anima brasiliana, com o título “Woman”, em tradução de Lívia Augusta de Faria Rocha, a filha de Floresta.
1871
Publica-se, em Paris, a tradução francesa de “Il Brasile”, um dos cinco ensaios de Scintille d’un’Anima brasiliana, com o título “Le Brésil”, em tradução de Lívia Augusta de Faria Rocha.
Publica-se em Paris o segundo volume de Trois Ans en Italie, Suivis d’un Voyage en Grèce, também com o pseudônimo “Une Bresilienne”. Não há edições digitalizada desta obra.
Viaja até Londres, de onde segue para Lisboa, e embarca nesta cidade para retornar ao Brasil sem a filha Lívia, que permanece na capital portuguesa devido a questões de saúde.
Em 31 de maio, Nísia chega ao Brasil.
1875
Nísia parte em viagem para Southampton (Inglaterra), em 24 de março, ao encontro da filha Lívia. Meses depois se fixará em Lisboa.
1878
Nísia publica em Paris seu último livro, Fragments d’un Ouvrage Inèdit – Notes Biographiques, com o pseudônimo “Mme. Brasileira Augusta”.
Muda-se para a cidade francesa de Rouen e depois para o interior da França, passando a morar em Bonsecours.
1885
Falece em 24 de abril de 1885, vitimada pela pneumonia aos 75 anos de idade, Dionísia Gonçalves Pinto (Nísia Floresta Brasileira Augusta), na cidade francesa de Rouen. É enterrada no cemitério de Bonsecours, em jazigo perpétuo.
Matérias sobre Nísia
Matéria no periódico O novo mundo

Disponível em https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=122815&pagfis=313
Barros Vidal escreve, na Revista da Semana, um longo artigo intitulado Nísia Floresta, a precursora do feminismo no Brasil.
Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=025909_03&pagfis=24620
Matéria sobre Nísia Floresta na Revista Illustração Brasileira
A Revista da Semana publica uma reportagem da reconstrução da herma de Nísia Floresta que havia sido tombado e destruída.
Disponível em:
Em o Pequeno Jornal: Jornal Pequeno (PE), Floresta é usada como um exemplo de mulher brasileira.

O jornalista Roberto Seidl, relembra Nísia Floresta na Revista da Semana

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=025909_03&hf=memoria.bn.br&pagfis=8722
Nísia Floresta como “George Sand indígena”:

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=093718_01&pesq=%22nisia%20floresta%22&hf=memoria.bn.gov.br&pagfis=22373
Pequena coluna sobre Floresta:

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=093718_01&pesq=%22nisia%20floresta%22&hf=memoria.bn.gov.br&pagfis=23218
Pequena coluna sobre Floresta:

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=089842_06&hf=memoria.bn.br&pagfis=35101
“Nísia Floresta, grande vulto da literatura brasileira”

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=093718_01&Pesq=%22nisia%20floresta%22&pagfis=35180
https://drive.google.com/file/d/1zHrj7RgHFo03zZ5d3QBcEIOemU6-qM9i/view?usp=sharing
Diário da manhã – 1954 http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=089842_06&hf=memoria.bn.br&pagfis=35101
Verbetes
Mulheres Ilustres do Brazil – Ignez Sabino
(Página 170)
Dicionário Bibliográfico Português – Inocêncio Francisco da Silva
(Página 315)
Dicionário Bibliográfico Brasileiro – Blake (Volume 6, 1883)
(Página 315)
Textos anônimos atribuídos à Nísia
Texto “A emancipação” no Diário do Rio de Janeiro de 21 de janeiro de 1854 – Atribuído por Constância Lima Duarte
Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=094170_01&pagfis=39450
Texto “A mulher” no Diário do Rio de Janeiro de 2 de fevereiro de 1854 – Atribuído por Constância Lima Duarte

Disponível em https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=094170_01&pagfis=39498
Informações sobre o translado dos restos mortais
Disponível em https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=089842_06&hf=memoria.bn.br&pagfis=39685

Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=089842_06&hf=memoria.bn.br&pagfis=39946

Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=089842_06&hf=memoria.bn.br&pagfis=40023

Disponível em https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=089842_06&hf=memoria.bn.br&pagfis=40951

Disponível em http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=089842_06&hf=memoria.bn.br&pagfis=41142

Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=089842_06&hf=memoria.bn.br&pagfis=105013
Erros encontrados (autoria, Direitos etc)
Segundo Pallares-Burke, em sua conferência para o III Vozes: Mulheres na História da Filosofia, o engano aconteceu porque o tradutor francês César Gardeton, atribui ao trabalho de Sophia o nome de casada de Mary Wollstonecraft, mudando seu título de Woman not Inferior to Man (1739) para Les Droits Des Femmes et L’injustice Des Hommes (1826). A partir daí a tese que Nísia teria feito uma “ tradução livre” do texto de Wollstonecraft foi derrubada, já que Nísia faz uma versão em português idêntica ao texto francês que, por sua vez, é também uma tradução do panfleto inglês da anônima Sophia, repassando o erro quanto a sua autoria.

O caso de “Direitos”
Mary Wollstonecraft casa com o William Godwin em 1797. A primeira edição de Vindication é de 1792, cinco anos antes da Wollstonecraft casar.
O livro Les Droits des femmes, et l’injustice des hommes é de 1826.
No site da Biblioteca da França, a primeira edição em francês associada à Wollstonecraft é o livro Les Droits des femmes, et l’injustice des hommes.
O que outros autores disseram sobre Nísia
Monteiro Lobato
Obra: Antevéspera
Capítulo: A feminina.
“Arquitetada nestas bases, a nova academia terá vida longa e amena. Nossas damas se reunirão todas as semanas para conversar sobre modas, fatos sociais, casamentos, divórcios, etc., isto antes da sessão. Durante a sessão uma lerá versos de poetisas esquecidas, como a Nísia Floresta; outra dissertará sobre o absurdo do sapato das chinesas; outra deitará apóstrofes fulminantes contra o tráfico das brancas; outra provará que a inteligência humana não tem sexo.
Finda a assembléia irão todas para casa, muito contentes da vida, ansiosas por lerem o compte-rendu da festa nos jornais do dia seguinte.
E a harmonia do universo em nada se perturbará. Nísia Floresta continuará esquecida; os proxenetas continuarão a escravizar as brancas; as chinesas continuarão a torturar os horrendos pedúnculos e a inteligência humana continuará dividida em dois sexos, o masculino que leva Newton a descobrir a lei da gravitação e o feminino, que nos leva a fazer asneiras.
— Ou a escrevê-las…[…]”
”
Gilberto Freyre
Obra: Sobrados e mucambos
“Nas letras, já nos fins do século XIX apareceu uma Narcisa Amália. Depois, uma Cármen
Dolores. Ainda mais tarde, uma Júlia Lopes de Almeida. Antes delas, quase que só houve
bacharelas medíocres, solteironas pedantes ou simplórias, uma ou outra mulher afrancesada, algumas das quais colaboradoras do Almanaque de lembranças luso-brasileiro. E assim mesmo foram raras. Nísia Floresta surgiu – repita-se – como uma exceção escandalosa. Verdadeira machona entre as sinhazinhas dengosas do meado do século XIX. No meio dos homens a dominarem sozinhos todas as atividades extradomésticas, as próprias baronesas e viscondessas mal sabendo escrever, as senhoras mais finas soletrando apenas livros devotos e novelas que eram quase histórias do Trancoso, causa pasmo ver uma figura como a de Nísia. Ou mesmo uma mulher como a marquesa de Santos ou Da. Francisca do Rio Formoso ou Da. Joaquina do Pompeu.
Planilha de obras
| OBRA | ANO DA PUBLICAÇÃO | LINK |
| Direito das mulheres e injustiça dos homens | 1832 | https://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_obrasraras/or1622247/or1622247.pdf |
| Conselhos à minha filha | 1842 | https://www.google.com.br/books/edition/Conselhos_a_%CC%81minha_filha/c_ZCAQAAMAAJ?hl=pt-BR&gbpv=1&pg=PR3&printsec=frontcover |
| Fany ou modelo das donzelas | 1847 | |
| Daciz ou a jovem completa | 1847 | |
| Discurso às educandas | 1847 | https://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_obrasgerais/drg136487/drg136487.pdf |
| Lágrimas de um Caeté | 1849 | https://archive.org/details/DELTA53690FA |
| Dedicação de uma amiga | 1850 | |
| Opúsculo Humanitário | 1853 | https://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_obrasgerais/drg376981/drg376981.pdf |
| Um Passeio ao Aqueduto Carioca | 1855 | https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/706817/per706817_1855_A00005.pdf |
| Pranto filial | 1856 | https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/706817/per706817_1856_B00009.pdf |
| Poema Um Improviso | 1843 | |
| Páginas de uma Vida Obscura | 1850 | |
| Itinéraire d’un voyage en Allemagne | 1857 | |
| Consigli a Mia Figlia | 1858 | |
| Scintille d’un’Anima Brasiliana | 1859 | https://books.google.com.br/books?id=aBD0gz_0-MgC&hl=pt-PT&pg=PP5#v=onepage&q&f=false |
| Le Lagrime d’un Caeté | 1860 | https://play.google.com/books/reader?id=QVmf1F4XAi8C&pg=GBS.PP8&hl=pt |
| Woman | 1865 | |
| Parsis | 1864 | |
| Le Brésil | 1871 | |
| Trois Ans en Italie, Suivis d’un Voyage en Grèce | 1872 | |
| Fragments d’un Ouvrage Inédit: Notes Biographiques | 1878 | |
| Sete Cartas Inéditas de Auguste Comte a Nísia Floresta | 1888 | |
| Sept lettres inédites d’Auguste Comte a mme Nisia Brasileira | 1889 | https://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_obrasgerais/drg97338/drg97338.pdf |
| Fanny ou o Modelo das Donzelas in Mulheres Farroupilhas, de Fernando Osório | 1935 | |
| A Lágrima de um Caeté | 1938 | |
| Itinerário de uma Viagem à Alemanha – Tradução de Francisco das Chagas Pereira | 1938 | |
| Opúsculo Humanitário (Introdução e notas de Peggy Sharpe-Valadares e posfácio de Constância Lima Duarte ) | 1989 | |
| Direitos das Mulheres e Injustiça dos Homens – 4ª ed. (com apresentação, notas e posfácio de Constância Lima Duarte) | 1989 |
Observações: Algumas obras não possuem link porque não estão em domínio público e/ou não há digitalização
Obras secundárias
| Título | Ano | Autor | Acesso |
| Mulheres illustres do Brazil. | 1899 | Ignez Sabino | https://www.google.com.br/books/edition/Mulheres_illustres_do_Brazil/fHJmAAAAMAAJ?hl=pt-BR&gbpv=1&dq=mulheres+illustres+ignez&printsec=frontcover |
| Mulheres farroupilhas | 1935 | Fernando Osório | |
| História de Nísia Floresta | 1941 | Adauto da Câmara | |
| História do positivismo no Brasil. | 1964 | Ivan Lins | |
| Nísia Floresta: patronos e acadêmicos | Veríssimo Melo | ||
| O livro das velhas figuras. | 1978 | Luís da Câmara Cascudo | |
| Anais do IV Seminário Nacional Mulher e Literatura. | 1991 | Constância Lima Duarte | |
| Anais do I e II Simpósios de Literatura Comparada. Vol. II. | 1995 | Constância Lima Duarte | |
| Nísia Floresta: vida e obra. | 1995 | Constância Lima Duarte | |
| Pela liberdade das mulheres | 1995 | Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke | https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1995/9/10/mais!/3.html |
| “Le mythe de la maternité en France au XIXe siècle: lecture de La Femme, deNísia Floresta” In Les Femmes dans la ville, un dialogue franco-brésilien | 1996 | Constância Lima Duarte | https://books.google.com.br/books?id=EWZ_ag5zlgkC&pg=PA81&lpg=PA81&dq=%E2%80%9CLe+mythe+de+la+maternit%C3%A9+en+France+au+XIXe+si%C3%A8cle:+lecture+de+La+Femme,+de+N%C3%ADsia+Floresta%E2%80%9D.&source=bl&ots=2uidMx2C6a&sig=ACfU3U3rBzeb8i5ylcVL7LRemPEOldGk6g&hl=pt-BR&sa=X&ved=2ahUKEwjWiN_I0bP6AhWZu5UCHdn_DOcQ6AF6BAgDEAM#v=onepage&q=%E2%80%9CLe%20mythe%20de%20la%20maternit%C3%A9%20en%20France%20au%20XIXe%20si%C3%A8cle%3A%20lecture%20de%20La%20Femme%2C%20de%20N%C3%ADsia%20Floresta%E2%80%9D.&f=false |
| Uma viajante brasileira na itália do risorgimento.Tradução comentada do livro Trois ans en italie suivis d’un voy age en Grèce (Vol I-1864; Vol IIs. | 1999 | Sônia Valéria Marinho Lúcio | |
| Nature, nurture and nation: Nı´sia Floresta’s engagement in the breast-feeding debate in Brazil and France | 2005 | Charlotte Liddell | https://www.jstor.org/stable/3874429 |
| Brazil’s First Feminist? Gender and Patriotism in the Works of Nísia Floresta. | 2005 | Charlotte Elizabeth Lindell | https://www.jstor.org/stable/10.7722/j.ctt3fgnb1 |
| Nísia Floresta: a primeira feminista do Brasil. | 2005 | Constância Lima Duarte | |
| O Livro ‘Direito das Mulheres e injustiça dos homens’ deNísia Floresta: Literatura, mulheres e o Brasil do Século XIX” In História (São Paulo) v.30, n.2,ago/dez, p.196-213. | 2011 | Isabela Candeloro Campoi | |
| Gender, Race and Patriotism in the Works of Nísia Floresta. | 2012 | Charlotte Hammond Matthews | |
| Transgressão e moralidade na formação de uma “matrona esclarecida”. Contradições na filosofia de educação nisiana | 2012 | Graziela Rinaldi da Rosa | https://repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/3152 |
| História das ideias pedagógicas no Brasil. | 2013 | Demerval Saviani | |
| Nísia Floresta: Setting a Foundation for Feminist Literature in Brazil | 2013 | Rachel Davidson | https://scholarsarchive.byu.edu/cgi/viewcontent.cgi?article=4904&context=etd |
| “Overthrowing the Floresta-Wollstonecraft myth for Latin American feminism.” | 2014 | Helen Botting Hammond e Charllote Matthews | |
| Mulheres, emancipai-vos! Um estudo sobre o pensamento pedagógico de Nísia Floresta. | 2014 | Elizabeth Maria da Silva | |
| “Apresentação” de Nísia Floresta Brasileira Augusta: uma mulher à frente do seu tempo. | 2016 | Constância Lima Duarte | |
| Viajantes de saias: gênero, literatura e viagem em AdèleToussaint-Samson e Nísia Floresta (Europa e Brasil, século XIX). | 2016 | Ludmila de Souza Maia | https://repositorio.unicamp.br/acervo/detalhe/971876 |
| “(Re)pensando o feminismo de Nísia Floresta e a sua contribuição para a históriae literatura brasileira” In Cadernos Literários, n. 24 | 2016 | Graziela Rinaldi da Rosa | |
| “Itinerário de uma viajante brasileira na Europa: NísiaForesta (1810-1885)” In Revista do Centro de Pesquisa e Formação, N. 3 | 2016 | Ligia Fonseca Ferreira | |
| Nísia Floresta: memória e história da mulher intelectual oitocentista. | 2017 | Laura Sanches Pereira | |
| Copie assumée, copie dissimulée : les racines controversées de Direitos das mulheres e injustiça dos homens de Nísia Floresta | 2017 | Erica Soares | |
| Nísia Floresta: Setting a Foundation for Feminist Literature in Brazil | 2018 | Rachel Davidson Skinner | |
| Quando projetos se encontram: a mulher entre Augusto Comte e Nísia Floresta | 2018 | Luma Pinheiro Dias e Teresinha de Jesus Mesquita Queiroz | |
| Nísia Floresta, uma Brasileira desconhecida – feminismo, positivismo e outras tendências | 2019 | Paulo Margutti | |
| Nísia Floresta e ainda a controvérsia datradução de Direitos das mulheres einjustiça dos homens | 2020 | Lia Pinheiro Barbosa e Vinícius Madureira Maia | https://www.scielo.br/j/ref/a/wLRjhncvmSsYPqQgWjByYPy/?format=pdf&lang=pt |
| Project Vox: Nísia Floresta | 2023 | https://projectvox.org/floresta-1810-1885/ | |
| Direito das mulheres e injustiça dos homens: uma análise da tradução e contexto histórico na obra de Nísia Floresta | 2023 | Yasmim Pontes | |
| Elements on Women in the History of Philosophy | 2023 | Nastassja Pugliese | https://www.cambridge.org/core/elements/abs/nisia-floresta/58146A0DA7E0C82BBC528F0ACB6B979F |
| Teaching Arguments with Nísia Floresta In Teaching Women Philosophers: Ideas and Concepts from Women Philosophers’ Writings Over 2000 Years: 21 | 2024 | Gisele Dalva Secco & Nastassja Pugliese | https://link.springer.com/book/10.1007/978-3-031-59298-0 |







