Nísia Floresta (1810-1885)

Você pode citar esta entrada: PONTES, Yasmim. “Nísia Floresta” em Memória e Acervos Digitais. Cátedra UNESCO para a História das Mulheres na Filosofia, Ciências e Cultura. Acessado em (adicionar data do acesso e link para esta página).

Todas as fontes listadas estão disponíveis na Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional ou no Google Books

Material de apoio sobre Floresta:

StoryMap Nisia Floresta:

Linha do tempo

Obras que citam Floresta

Linha do tempo interativa que leva para suas obras:

1810  – Nasce em 12 de outubro na cidade de Papari (atualmente Nísia Floresta), no Rio Grande do Norte, Dionísia Gonçalves Pinto.  Confira um mapa da época:

Disponível em: https://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_cartografia/cart171226/cart171226.jpg 

1827 

Na Câmara dos Senadores no Rio de Janeiro é feito um debate sobre a educação das meninas brasileiras, na ocasião da promulgação da lei de 15 de outubro de 1827. No Diário da Câmara (1827), Visconde de Cayrú (1756-1835) usa a inglesa Mary Wollstonecraft como símbolo de imoralidade. Pugliese (2023) entende que esta discussão estimula Nísia Floresta a realizar a tradução Direitos das Mulheres e as Injustiças dos Homens (1832).

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=709468&pesq=meninas+educacao&pagfis=1161 

1832 – Adota o pseudônimo “Nísia Floresta Brasileira Augusta” na sua primeira publicação: Direito das Mulheres e Injustiça dos Homens. Essa obra foi considerada uma tradução de Mary Wollstonecraft, uma vez que o livro é atribuído a “Mistress Godwin”. O livro tem a sua primeira edição pela Tipografia Fidedigna, em Recife. Porém, a única edição disponível encontra-se na Biblioteca Nacional e tem como data de publicação o ano de 1833, sendo a segunda edição da obra. A digitalização desta versão foi fruto de um esforço da Cátedra UNESCO para História das Mulheres junto à Fundação Biblioteca Nacional.

Sabemos hoje (Botting & Mathews 2014) que a obra é tradução de uma versão francesa (por César Gardeton) do primeiro Panfleto Sofia.

1837  – Por causa da Revolução Farroupilha, Floresta muda-se para o Rio de Janeiro com seus filhos. Em 5 de setembro de 1837, saí no Jornal do Commercio a primeira divulgação da obra de Floresta (provavelmente, a terceira edição de Direito das Mulheres e Injustiça dos Homens)

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/docreader.aspx?bib=364568_02&pasta=ano%20183&pesq=%22Direito%20das%20mulheres%22&pagfis=9265 

Disponível em https://memoria.bn.gov.br/DocReader/docreader.aspx?bib=364568_02&pasta=ano+183&pesq=%22Direito+das+mulheres%22&pagfis=10934

Disponível em https://memoria.bn.gov.br/DocReader/docreader.aspx?bib=364568_02&pasta=ano%20183&pesq=%22N%C3%ADsia%20Floresta%20Brasileira%20Augusta%22&pagfis=9613 

Disponível em https://memoria.bn.gov.br/DocReader/docreader.aspx?bib=364568_02&pasta=ano%20183&pesq=%22N%C3%ADsia%20Floresta%20Brasileira%20Augusta%22&pagfis=10086

1838  – Nísia Floresta publica um anúncio para a inauguração de seu colégio para meninas.

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/docreader.aspx?bib=364568_02&pasta=ano%20183&pesq=%22N%C3%ADsia%20Floresta%20Brasileira%20Augusta%22&pagfis=9734 

Neste mesmo ano, encontramos mais publicidade da obra Direito das Mulheres e Injustiça dos Homens no Jornal do Commercio. 

Disponível em https://memoria.bn.gov.br/DocReader/docreader.aspx?bib=364568_02&pasta=ano%20183&pesq=%22N%C3%ADsia%20Floresta%20Brasileira%20Augusta%22&pagfis=9734 

1839  – Publica-se no Jornal do Commercio mais um anúncio do livro Direito das mulheres e injustiça dos homens, atribuído a “uma pernambucana”.

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/docreader.aspx?bib=364568_02&pagfis=11828

Sai no Rio de Janeiro, pela Tipografia de J. E. S. Cabral e com o pseudônimo “N. F. B. Augusta”, a primeira edição de Conselhos à minha filha. A primeira edição da obra não se encontra disponível de forma digitalizada.  

1841 – Publica-se no Jornal do Commercio do dia 24 de dezembro de 1841 uma nota elogiosa ao Colégio Augusto e à Lívia

Disponível em https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=364568_03&hf=memoria.bn.br&pagfis=2716 

1843 – Publica-se em dezembro no Jornal do Commercio, a pedido, a premiação de fim de ano das alunas do Colégio Augusto, com os nomes das contempladas em cada disciplina.

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=364568_03&hf=memoria.bn.br&pagfis=5757 

Publica-se no Jornal do Commercio, o agradecimento de um pai para/com as as escolas que participaram da Primeira Comunhão na Igreja do Convento de Nossa Senhora da Ajuda.   

Disponível em https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=364568_03&hf=memoria.bn.br&pagfis=5757 

1845  – É lançada no Rio de Janeiro, a segunda edição de Conselhos à minha filha. A obra foi ampliada com a inserção de 40 pensamentos de Floresta em dísticos e quadras na parte final. 

É publicado no Jornal do Commercio a premiação de final de ano do Collegio Augusto.  

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=364568_03&hf=memoria.bn.br&pagfis=8734 

1846 – É publicada, novamente, a premiação anual de final de ano do Collegio Augusto. Lívia, filha de Floresta, é premiada em “latinidade”. 

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=364568_03&hf=memoria.bn.br&pagfis=10307

Publica-se no jornal O Mercantil uma nota sobre o Collegio Augusto. Infelizmente, a página digitalizada pela Biblioteca Nacional encontra-se muito mal conservada, porém, este trecho é disponibilizado por Adauto da Câmara no livro História de Nísia Floresta.

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=228133&pagfis=3384

“Instrução Primária” em Jornal O Mercantil

1847 – Publicado no jornal O Mercantil, do Rio de Janeiro, um Comunicado com o título “Instrução Pública − Revista dos Colégios da Capital”, no qual é redigida uma crítica ao ensino do Colégio Augusto. 

“Vamos à Rua de D. Manoel [número 20] e lancemos uma vista d’olhos sobre o Colégio Augusto, dirigido por D. Nísia Floresta Augusta. Há casas de educação que têm o mau gosto de ensinar as meninas a fazer vestidos ou camisas. Mas parece que D. Augusta acha isto muito prosaico. Ensina-lhes latim. E por que não grego e hebraico?

Pobre diretora! Está tão satisfeita de si mesma e de seu colégio: está tão intimamente persuadida que é o primeiro estabelecimento de instrução do império, que em verdade causa dó arrancar-lhe tão suave ilusão! Disse Calderón [de la Barca, dramaturgo espanhol]  em uma de suas peças: “Estranhareis porventura a quem nunca viu o sol o pensar que a lua é o mais brilhante dos astros? Escarnecereis de quem nunca visse o sol nem a lua, e vos gabasse o deslumbrante e incomparável esplendor de Vênus? Não. É, pois, natural que D. Nísia, que nunca viu senão o próprio colégio, o ponha acima dos mais [demais]. Há nesta opinião mais ingenuidade do que vaidade. Notaremos apenas a D. Floresta que se esquece um tanto do verdadeiro fim da educação, que é adquirir conhecimentos úteis, e não vencer dificuldades sem nenhuma utilidade real.”

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=228133&pagfis=3467 

É publicado no jornal O Mercantil um artigo intitulado “Estatística Colegial” onde o Colégio Augusto é mencionado, assim como Nísia (que tem seu nome trocado por Elisa).

“Idem de 28. Houce a scena mais tocante da natureza ao ver desertarem as candidatas jovens do collegio Augusto (para onde desertarião?) digirido, não pela Sra. D. Elisa (como hontem) mas pela Sra. D. Nizia Floresta Brasileira Augusta. Essa troca de nomes de um dia para outro me faz lembrar, não o acaso confessor, mas um outro inda em nossos dias acontecera lá para as províncias do norte.”

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=228133&pagfis=3407 

Nísia lança a sua primeira obra de ficção em 8 de abril: um conto didático-moralista breve intitulado Fany ou o Modelo das Donzelas, em edição do Colégio Augusto publicada com o pseudônimo “N. B. Augusta”. Essa obra não se encontra digitalizada pela Biblioteca Nacional.

Sai em julho a segunda obra de ficção de Nísia, Daciz ou a Jovem Completa, um conto didático-moralista de 15 páginas destinado às suas alunas, com o pseudônimo “N. F. B. A”. Infelizmente, não se encontra nenhum exemplar desta obra digitalizado. 

Publica-se no final do ano, pela Tipografia Imparcial de F. de Paula Brito, o Discurso que dirigiu a suas Educandas com o nome “N. F. B. Augusta”, em 18 de Dezembro de 1847.

Disponível em: https://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_obrasgerais/drg136487/drg136487.pdf

Publica-se, novamente, a premiação de final de ano do Collegio Augusto no Jornal do Commercio em 25 de dezembro de 1847, dando destaque às alunas.

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/docreader.aspx?bib=364568_03&pasta=ano%20184&pesq=%22collegio%20augusto%22&pagfis=11842

1848 

Floresta contribui com 10 contos (10$000) na subscrição para a aquisição de paramentos religiosos destinados à Irmandade do Santíssimo Sacramento.

Disponível em https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=094170_01&pesq=%22Nizia%20Floresta%20Brasileira%20Augusta%22&pasta=ano%20184&hf=memoria.bn.gov.br&pagfis=32539 

1849

É publicado, no Rio de Janeiro, pela Tipografia de L. A. F. Menezes,  A Lágrima de um Caeté, poema em defesa da causa indígena, sobre a Revolução Praieira, com o pseudônimo “Tellesilla”. A obra não está digitalizada pela Biblioteca Nacional, mas é possível acessá-la através do link https://archive.org/details/DELTA53690FA 

Publica-se no Jornal do Commercio um anúncio de Daciz ou a Jovem Completa

Disponível em https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=364568_03&pesq=%22Daciz%20ou%20a%20Jovem%20Completa%22&hf=memoria.bn.gov.br&pagfis=13779  

Nísia Floresta viaja à Europa devido a uma recomendação médica dada à filha, Lívia Augusta, por ter sofrido uma queda séria de um cavalo. Floresta leva consigo, também, o filho mais novo. 

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=094170_01&pesq=%22Nizia%20Floresta%22&pasta=ano%20184&hf=memoria.bn.gov.br&pagfis=34032 

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=217280&pesq=ano%20184&hf=memoria.bn.gov.br&pagfis=2674

A partida de Nísia Floresta também é publicada no jornal Correio da Tarde 

Disponível em https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=616028&&pasta=ano%20184&hf=memoria.bn.gov.br&pagfis=2044 

Publica-se no Jornal do Commercio um aviso sobre a viagem de Floresta à Europa e sobre a sua substituição temporária enquanto ela estiver fora. 

Disponível em https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=364568_03&hf=memoria.bn.br&pagfis=14503

Floresta publica uma nota no Jornal do Commercio, em 2 de novembro, comunicando para suas alunas sobre a partida para a Europa.

“Nísia Floresta Brasileira Augusta, oprimida da saudade que lhe esmaga o coração ao separar-se pela primeira vez da pátria, onde a prendem tantas e tão caras afeições, não pôde despedir-se das famílias de sua amizade. Ela lhes envia, pois, um triste adeus, pedindo-lhes que o acolham como expressão de sentimento que lhes há sempre consagrado. “E vós, ó caras educandas suas, recebei um ósculo maternal que ela vos envia sob o símbolo de uma lágrima.”

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=364568_03&pagfis=14639 

1850

É publicado no Jornal do Commercio um poema atribuído à Nísia Floresta ao “Eximio Philosopho Brasileiro Fr. Francisco do Monte Alverne. Por ocasião do brilhante discurso, que improvisou no dia 10 de dezembro de 1848 na inauguração do – Ensino Philosophico.”

Disponível em https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=094170_01&pagfis=33019 

São publicados pela Tipografia Fluminense de Lopes & Cia, dois volumes do romance Dedicação de uma amiga enquanto Floresta estava em Paris. Essa(s) obra(s) não se encontram digitalizadas na Biblioteca Nacional. 

Publica-se o segundo anúncio de Daciz ou a Jovem Completa, no jornal O Annunciador.  O anúncio foi republicado em 23 de maio e em 29 de maio. Em 16 de agosto, anuncia-se no Jornal do Commercio. Em 19 de agosto, divulga-se o livro no Correio da Tarde. Em 27 de agosto e 28 de agosto, o anúncio saiu no Correio Mercantil e Instrutivo. Em 29 de agosto e 19 de setembro é a vez do jornal O Grátis.  Em 23 de setembro é, novamente, publicado no Periódico dos Pobres. O Grátis republica o anúncio em 26 de setembro e em 3 de outubro. Por fim, em 3 de dezembro sai o último anúncio do livro, no Periódico dos Pobres.

Disponível em https://memoria.bn.gov.br/DocReader/docreader.aspx?bib=717649&pagfis=3 

Sai o único anúncio conhecido do romance, Dedicação de uma amiga, no periódico O Anunciador, do Rio, em 5 de fevereiro.

Publica-se um anúncio do Collegio Augusto no Almanaque Administrativo de 1850, no qual são especificadas as disciplinas ensinadas na instituição.

Em Paris, comparece assiduamente ao auditório do Palais Cardinal para assistir às aulas do Curso de História Geral da Humanidade, ministradas pelo filósofo Augusto Comte, de quem se tornará amiga. 

Em setembro, viaja até Lisboa, de onde, após breve estada, retornará em 1852  ao Rio de Janeiro para retomar suas atividades pedagógicas.

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=094170_01&pesq=%22Brasileira%20Augusta%22&pasta=ano%20184&hf=memoria.bn.gov.br&pagfis=36265 

Publica-se um anúncio no Diário do Rio de Janeiro, no qual Nísia informa a fundação de outro colégio para meninas.

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=094170_01&pesq&pasta=ano%20184&hf=memoria.bn.gov.br&pagfis=36350 

1852 

Floresta retorna ao Brasil e recebe uma nota elogiosa no Jornal das Senhoras, de Juana Paula Manso de Noronha. 

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=700096&pagfis=75 

Também é publicado no Diário do Rio de Janeiro, uma nota elogiosa à Nísia Floresta e ao seu retorno ao Brasil.

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=094170_01&pasta=ano%20184&hf=memoria.bn.gov.br&pagfis=36779

1853

Publica-se  pela Tipografia de M. A. Silva Lima, no Rio de Janeiro, a obra Opúsculo Humanitário.

A mesma obra é publicada incompleta e sem autoria no Diário do Rio de Janeiro. 

20 de abril

26 de abril

1 de maio

6 de maio

21 de maio

24 de maio

1854 

 É publicado no Rio de Janeiro, pela Tipografia de N. Lobo Vianna, um livro reunindo três textos de Nísia, que seriam reproduzidos em jornais no ano seguinte: “Páginas de uma Vida Obscura”, “Passeio ao Aqueduto da Carioca” e “O Pranto Filial”

1855 

 A obra Páginas de uma vida obscura é publicada no jornal O Brasil Illustrado, contudo, grande parte dos volumes do periódico não estão disponíveis na Biblioteca Nacional. É possível saber da publicação porque há uma divulgação da mesma no Jornal do Commercio. 

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=364568_04&ano%20185&pagfis=8258 

14 de março 

31 de março

30 de abril 

15 de maio 

31 de maio 

15 de junho 

30 de junho 

É publicado no periódico O Brasil Illustrado o texto “Passeio ao Aqueduto da Carioca”. Assinado por B. Augusta.

Disponível em: https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/706817/per706817_1855_A00005.pdf 

É publicado um agradecimento à Nísia Floresta pela prestação de cuidados médicos.

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=217280&pagfis=11073 

Publica-se outro agradecimento à Nísia Floresta por cuidados médicos. 

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReaderMobile.aspx?bib=217280&pagfis=11099 

Nísia Floresta publica um texto chamado “Um apello á caridade feminil” no periódico O Correio Mercantil. 

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReaderMobile.aspx?bib=217280&pagfis=10929 

É publicado no jornal Correio Mercantil um agradecimento à Nísia Floresta pela doação de um exemplar de Opúsculo Humanitário para o Gabinete Português de Leitura. 

Disponível em https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=217280&pagfis=9217 

É publicado um agradecimento de Floresta ao comparecimento dos amigos ao velório de sua mãe 

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=217280&pasta=ano%20185&hf=memoria.bn.gov.br&pagfis=10824 

1856 

Publica-se no periódico “O Brasil Illustrado”, o texto “Um pranto filial”, dedicado à morte de sua mãe no ano anterior. 

Disponível em: https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/706817/per706817_1856_B00009.pdf 

Nísia Floresta é mencionada no Jornal do Commercio como enfermeira homeopata

Disponível em https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=364568_04&pasta=ano%20185&hf=memoria.bn.gov.br&pagfis=9955 

O Collegio Augusto deixa de existir 

Nísia Floresta parte à Europa com sua filha Lívia, com o destino inicial à Havre. 

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReaderMobile.aspx?bib=090000&pagfis=794 

Inicia correspondência com Auguste Comte, que posteriormente virarão um volume de livro 

Publica, em Paris,  a primeira obra em língua estrangeira: Itinéraire d’un Voyage en Allemagne

1858

Sai em Florença (Itália) a primeira edição italiana de Conselhos a Minha Filha, com o título Consigli a mia figlia e o pseudônimo “F. Brasileira Augusta”, em tradução da própria Nísia Floresta. Os quarenta pensamentos finais, originalmente em versos, vêm publicados em prosa. Infelizmente, não há digitalização da obra. 

1859

Publica, na Itália, o livro Scintille d’un’Anima Brasiliana , sob o pseudônimo “Floresta Augusta Brasileira”.

Floresta inicia uma viagem pela Itália e pela Grécia, países nos quais residirá, em diversas cidades, neste ano e nos de 1860 e 1861.

1860

Em Florença (Itália), é publicado pela editora Le Monnier, a edição italiana de A Lágrima de um Caeté, com o título Le Lagrime de un Caeté, tradução de Ettore Marcucci.

1861

Nísia volta a viver na França. 

1864

Publica-se em Paris o primeiro volume de Trois Ans en Italie, Suivis d’un Voyage en Grèce, com o pseudônimo “Une Bresilienne”

Publica-se em Paris o romance Parsis, do qual não se conhece nenhum exemplar e não tem nenhuma notícia sobre a editora, a extensão ou o conteúdo do enredo, embora seja citado por todas as fontes e estudiosos.

Publica-se em Londres (Inglaterra) a tradução inglesa de “La Donna” (A Mulher), um dos cinco ensaios de Scintille d’un’Anima brasiliana, com o título “Woman”, em tradução de Lívia Augusta de Faria Rocha, a filha de Floresta.

1871

Publica-se, em Paris, a tradução francesa de “Il Brasile”, um dos cinco ensaios de Scintille d’un’Anima brasiliana, com o título “Le Brésil”, em tradução de Lívia Augusta de Faria Rocha. 

Publica-se em Paris o segundo volume de Trois Ans en Italie, Suivis d’un Voyage en Grèce, também com o pseudônimo “Une Bresilienne”. Não há edições digitalizada desta obra.  

Viaja até Londres, de onde segue para Lisboa, e embarca nesta cidade para retornar ao Brasil sem a filha Lívia, que permanece na capital portuguesa devido a questões de saúde.

Em 31 de maio, Nísia chega ao Brasil.


1875

Nísia parte em viagem para Southampton (Inglaterra), em 24 de março, ao encontro da filha Lívia. Meses depois se fixará em Lisboa.

1878

Nísia publica em Paris seu último livro, Fragments d’un Ouvrage Inèdit – Notes Biographiques, com o pseudônimo “Mme. Brasileira Augusta”.

Muda-se para a cidade francesa de Rouen e depois para o interior da França, passando a morar em Bonsecours.

1885

Falece em 24 de abril de 1885, vitimada pela pneumonia aos 75 anos de idade, Dionísia Gonçalves Pinto (Nísia Floresta Brasileira Augusta), na cidade francesa de Rouen. É enterrada no cemitério de Bonsecours, em jazigo perpétuo.

Matérias sobre Nísia

Matéria no periódico O novo mundo

Disponível em https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=122815&pagfis=313

Barros Vidal escreve, na Revista da Semana, um longo artigo intitulado Nísia Floresta, a precursora do feminismo no Brasil.

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=025909_03&pagfis=24620

Matéria sobre Nísia Floresta na Revista Illustração Brasileira

Disponível em https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=107468&pesq=%22Nisia%20Floresta%22&pasta=ano%20192&hf=memoria.bn.gov.br&pagfis=12755

A Revista da Semana publica uma reportagem da reconstrução da herma de Nísia Floresta que havia sido tombado e destruída.

Disponível em:

Em o Pequeno Jornal: Jornal Pequeno (PE), Floresta é usada como um exemplo de mulher brasileira.

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=800643&pesq=%22Nisia%20Floresta%22&pasta=ano%20192&hf=memoria.bn.gov.br&pagfis=30908

O jornalista Roberto Seidl, relembra Nísia Floresta na Revista da Semana

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=025909_03&hf=memoria.bn.br&pagfis=8722

Nísia Floresta como “George Sand indígena”:

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=093718_01&pesq=%22nisia%20floresta%22&hf=memoria.bn.gov.br&pagfis=22373

Pequena coluna sobre Floresta:

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=093718_01&pesq=%22nisia%20floresta%22&hf=memoria.bn.gov.br&pagfis=23218

Pequena coluna sobre Floresta:

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=089842_06&hf=memoria.bn.br&pagfis=35101

“Nísia Floresta, grande vulto da literatura brasileira”

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=093718_01&Pesq=%22nisia%20floresta%22&pagfis=35180

https://drive.google.com/file/d/1zHrj7RgHFo03zZ5d3QBcEIOemU6-qM9i/view?usp=sharing

Diário da manhã – 1954 http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=089842_06&hf=memoria.bn.br&pagfis=35101 

Verbetes

Mulheres Ilustres do Brazil – Ignez Sabino 

(Página 170)

Dicionário Bibliográfico Português – Inocêncio Francisco da Silva

(Página 315)

Dicionário Bibliográfico Brasileiro – Blake (Volume 6, 1883) 

(Página 315)

Textos anônimos atribuídos à Nísia 

Texto “A emancipação” no Diário do Rio de Janeiro de 21 de janeiro de 1854 – Atribuído por Constância Lima Duarte

Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=094170_01&pagfis=39450

Texto “A mulher” no Diário do Rio de Janeiro de 2 de fevereiro de 1854 – Atribuído por Constância Lima Duarte

Disponível em https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=094170_01&pagfis=39498

Informações sobre o translado dos restos mortais

Disponível em https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=089842_06&hf=memoria.bn.br&pagfis=39685

Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=089842_06&hf=memoria.bn.br&pagfis=39946 

Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=089842_06&hf=memoria.bn.br&pagfis=40023

Disponível em https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=089842_06&hf=memoria.bn.br&pagfis=40951

Disponível em http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=089842_06&hf=memoria.bn.br&pagfis=41142 

Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=089842_06&hf=memoria.bn.br&pagfis=105013 

Erros encontrados (autoria, Direitos etc)

Segundo Pallares-Burke, em sua conferência para o III Vozes: Mulheres na História da Filosofia, o engano aconteceu porque o tradutor francês César Gardeton, atribui ao trabalho de Sophia o nome de casada de Mary Wollstonecraft, mudando seu título de Woman not Inferior to Man (1739) para Les Droits Des Femmes et L’injustice Des Hommes (1826). A partir daí a tese que Nísia teria feito uma “ tradução livre” do texto de Wollstonecraft  foi derrubada, já que Nísia faz uma versão em português idêntica ao texto francês que, por sua vez, é também uma tradução do panfleto inglês da anônima Sophia, repassando o erro quanto a sua autoria.

O caso de “Direitos” 

Mary Wollstonecraft casa com o William Godwin em 1797. A primeira edição de Vindication é de 1792, cinco anos antes da Wollstonecraft casar. 

O livro  Les Droits des femmes, et l’injustice des hommes é de 1826. 

No site da Biblioteca da França, a primeira edição em francês associada à Wollstonecraft é o livro  Les Droits des femmes, et l’injustice des hommes. 

O que outros autores disseram sobre Nísia 

Monteiro Lobato 

Obra: Antevéspera

Capítulo: A feminina. 

“Arquitetada nestas bases, a nova academia terá vida longa e amena. Nossas damas se reunirão todas as semanas para conversar sobre modas, fatos sociais, casamentos, divórcios, etc., isto antes da sessão. Durante a sessão uma lerá versos de poetisas esquecidas, como a Nísia Floresta; outra dissertará sobre o absurdo do sapato das chinesas; outra deitará apóstrofes fulminantes contra o tráfico das brancas; outra provará que a inteligência humana não tem sexo.

Finda a assembléia irão todas para casa, muito contentes da vida, ansiosas por lerem o compte-rendu da festa nos jornais do dia seguinte.

E a harmonia do universo em nada se perturbará. Nísia Floresta continuará esquecida; os proxenetas continuarão a escravizar as brancas; as chinesas continuarão a torturar os horrendos pedúnculos e a inteligência humana continuará dividida em dois sexos, o masculino que leva Newton a descobrir a lei da gravitação e o feminino, que nos leva a fazer asneiras.
— Ou a escrevê-las…[…]”

Gilberto Freyre 

Obra: Sobrados e mucambos

“Nas letras, já nos fins do século XIX apareceu uma Narcisa Amália. Depois, uma Cármen
Dolores. Ainda mais tarde, uma Júlia Lopes de Almeida. Antes delas, quase que só houve
bacharelas medíocres, solteironas pedantes ou simplórias, uma ou outra mulher afrancesada, algumas das quais colaboradoras do Almanaque de lembranças luso-brasileiro. E assim mesmo foram raras. Nísia Floresta surgiu – repita-se – como uma exceção escandalosa. Verdadeira machona entre as sinhazinhas dengosas do meado do século XIX. No meio dos homens a dominarem sozinhos todas as atividades extradomésticas, as próprias baronesas e viscondessas mal sabendo escrever, as senhoras mais finas soletrando apenas livros devotos e novelas que eram quase histórias do Trancoso, causa pasmo ver uma figura como a de Nísia. Ou mesmo uma mulher como a marquesa de Santos ou Da. Francisca do Rio Formoso ou Da. Joaquina do Pompeu.

Planilha de obras 

OBRA ANO DA PUBLICAÇÃOLINK 
Direito das mulheres e injustiça dos homens  1832https://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_obrasraras/or1622247/or1622247.pdf 
Conselhos à minha filha 1842https://www.google.com.br/books/edition/Conselhos_a_%CC%81minha_filha/c_ZCAQAAMAAJ?hl=pt-BR&gbpv=1&pg=PR3&printsec=frontcover 
Fany ou modelo das donzelas 1847
Daciz ou a jovem completa  1847 
Discurso às educandas 1847https://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_obrasgerais/drg136487/drg136487.pdf 
Lágrimas de um Caeté 1849https://archive.org/details/DELTA53690FA 
Dedicação de uma amiga 1850
Opúsculo Humanitário 1853https://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_obrasgerais/drg376981/drg376981.pdf 
Um Passeio ao Aqueduto Carioca 1855https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/706817/per706817_1855_A00005.pdf
Pranto filial 1856https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/706817/per706817_1856_B00009.pdf
Poema Um Improviso1843
Páginas de uma Vida Obscura 1850
Itinéraire d’un voyage en Allemagne1857
Consigli a Mia Figlia1858
Scintille d’un’Anima Brasiliana 1859https://books.google.com.br/books?id=aBD0gz_0-MgC&hl=pt-PT&pg=PP5#v=onepage&q&f=false 
Le Lagrime d’un Caeté 1860https://play.google.com/books/reader?id=QVmf1F4XAi8C&pg=GBS.PP8&hl=pt 
Woman 1865
Parsis 1864
Le Brésil1871
Trois Ans en Italie, Suivis d’un Voyage en Grèce 1872
Fragments d’un Ouvrage Inédit: Notes Biographiques 1878
Sete Cartas Inéditas de Auguste Comte a Nísia Floresta 1888
Sept lettres inédites d’Auguste Comte a mme Nisia Brasileira1889https://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_obrasgerais/drg97338/drg97338.pdf 
Fanny ou o Modelo das Donzelas in Mulheres Farroupilhas, de Fernando Osório1935
A Lágrima de um Caeté1938
Itinerário de uma Viagem à Alemanha – Tradução de Francisco das Chagas Pereira1938
Opúsculo Humanitário (Introdução e notas de Peggy Sharpe-Valadares e posfácio de Constância Lima Duarte )1989
Direitos das Mulheres e Injustiça dos Homens – 4ª ed. (com apresentação, notas e posfácio de Constância Lima Duarte)1989

Observações: Algumas obras não possuem link porque não estão em domínio público e/ou não há digitalização

Obras secundárias 

TítuloAno AutorAcesso 
Mulheres illustres do Brazil.1899Ignez Sabinohttps://www.google.com.br/books/edition/Mulheres_illustres_do_Brazil/fHJmAAAAMAAJ?hl=pt-BR&gbpv=1&dq=mulheres+illustres+ignez&printsec=frontcover 
Mulheres farroupilhas1935Fernando Osório
História de Nísia Floresta1941Adauto da Câmara
História do positivismo no Brasil.1964Ivan Lins
Nísia Floresta: patronos e acadêmicosVeríssimo Melo
O livro das velhas figuras. 1978Luís da Câmara Cascudo
Anais do IV Seminário Nacional Mulher e Literatura.1991Constância Lima Duarte
Anais do I e II Simpósios de Literatura Comparada. Vol. II.1995Constância Lima Duarte
Nísia Floresta: vida e obra.1995Constância Lima Duarte
Pela liberdade das mulheres1995Maria Lúcia Garcia Pallares-Burkehttps://www1.folha.uol.com.br/fsp/1995/9/10/mais!/3.html 
“Le mythe de la maternité en France au XIXe siècle: lecture de La Femme, deNísia Floresta” In Les Femmes dans la ville, un dialogue franco-brésilien1996Constância Lima Duartehttps://books.google.com.br/books?id=EWZ_ag5zlgkC&pg=PA81&lpg=PA81&dq=%E2%80%9CLe+mythe+de+la+maternit%C3%A9+en+France+au+XIXe+si%C3%A8cle:+lecture+de+La+Femme,+de+N%C3%ADsia+Floresta%E2%80%9D.&source=bl&ots=2uidMx2C6a&sig=ACfU3U3rBzeb8i5ylcVL7LRemPEOldGk6g&hl=pt-BR&sa=X&ved=2ahUKEwjWiN_I0bP6AhWZu5UCHdn_DOcQ6AF6BAgDEAM#v=onepage&q=%E2%80%9CLe%20mythe%20de%20la%20maternit%C3%A9%20en%20France%20au%20XIXe%20si%C3%A8cle%3A%20lecture%20de%20La%20Femme%2C%20de%20N%C3%ADsia%20Floresta%E2%80%9D.&f=false 
Uma viajante brasileira na itália do risorgimento.Tradução comentada do livro Trois ans en italie suivis d’un voy age en Grèce (Vol I-1864; Vol IIs.1999Sônia Valéria Marinho Lúcio
Nature, nurture and nation: Nı´sia Floresta’s engagement in the breast-feeding debate in Brazil and France2005Charlotte Liddellhttps://www.jstor.org/stable/3874429 
Brazil’s First Feminist? Gender and Patriotism in the Works of Nísia Floresta. 2005Charlotte Elizabeth Lindell https://www.jstor.org/stable/10.7722/j.ctt3fgnb1 
Nísia Floresta: a primeira feminista do Brasil. 2005Constância Lima Duarte
O Livro ‘Direito das Mulheres e injustiça dos homens’ deNísia Floresta: Literatura, mulheres e o Brasil do Século XIX” In História (São Paulo) v.30, n.2,ago/dez, p.196-213.2011Isabela Candeloro Campoi
Gender, Race and Patriotism in the Works of Nísia Floresta.2012Charlotte Hammond Matthews
Transgressão e moralidade na formação de uma “matrona esclarecida”. Contradições na filosofia de educação nisiana2012Graziela Rinaldi da Rosahttps://repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/3152 
História das ideias pedagógicas no Brasil.2013Demerval Saviani
Nísia Floresta: Setting a Foundation for Feminist Literature in Brazil2013Rachel Davidsonhttps://scholarsarchive.byu.edu/cgi/viewcontent.cgi?article=4904&context=etd 
“Overthrowing the Floresta-Wollstonecraft myth for Latin American feminism.”2014Helen Botting   Hammond e Charllote Matthews
Mulheres, emancipai-vos! Um estudo sobre o pensamento pedagógico de Nísia Floresta.2014Elizabeth Maria da Silva
“Apresentação” de Nísia Floresta Brasileira Augusta: uma mulher à frente do seu tempo.2016Constância Lima Duarte
Viajantes de saias: gênero, literatura e viagem em AdèleToussaint-Samson e Nísia Floresta (Europa e Brasil, século XIX).2016Ludmila de Souza Maiahttps://repositorio.unicamp.br/acervo/detalhe/971876
“(Re)pensando o feminismo de Nísia Floresta e a sua contribuição para a históriae literatura brasileira” In Cadernos Literários, n. 242016Graziela Rinaldi da Rosa
“Itinerário de uma viajante brasileira na Europa: NísiaForesta (1810-1885)” In Revista do Centro de Pesquisa e Formação, N. 32016Ligia Fonseca Ferreira
Nísia Floresta: memória e história da mulher intelectual oitocentista.2017Laura Sanches Pereira
Copie assumée, copie dissimulée : les racines controversées de Direitos das mulheres e injustiça dos homens de Nísia Floresta2017Erica Soares
Nísia Floresta: Setting  a Foundation for  Feminist Literature in Brazil 2018Rachel Davidson Skinner 
Quando projetos se encontram: a mulher entre Augusto Comte e Nísia Floresta2018Luma Pinheiro Dias e Teresinha de Jesus Mesquita Queiroz 
Nísia Floresta, uma Brasileira desconhecida – feminismo, positivismo e outras tendências2019Paulo Margutti
Nísia Floresta e ainda a controvérsia datradução de Direitos das mulheres einjustiça dos homens2020 Lia Pinheiro Barbosa e Vinícius Madureira Maia https://www.scielo.br/j/ref/a/wLRjhncvmSsYPqQgWjByYPy/?format=pdf&lang=pt 
Project Vox: Nísia Floresta 2023https://projectvox.org/floresta-1810-1885/ 
Direito das mulheres e injustiça dos homens: uma análise da tradução e contexto histórico na obra de Nísia Floresta
2023Yasmim Pontes 
Elements on Women in the History of Philosophy2023Nastassja Pugliesehttps://www.cambridge.org/core/elements/abs/nisia-floresta/58146A0DA7E0C82BBC528F0ACB6B979F 
Teaching Arguments with Nísia Floresta In Teaching Women Philosophers: Ideas and Concepts from Women Philosophers’ Writings Over 2000 Years: 212024Gisele Dalva Secco &  Nastassja  Pugliesehttps://link.springer.com/book/10.1007/978-3-031-59298-0 

 Declaração Universal dos Direitos Humanos

Adotada e proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas (resolução 217 A III) em 10 de dezembro de 1948.

Artigo 27 – Direito à ciência

1. Todos os seres humanos têm o direito de participar livremente na vida cultural da comunidade, de fruir das artes e de participar do processo científico e de seus benefícios.

2. Todos os seres humanos têm direito à proteção dos interesses morais e materiais decorrentes de qualquer produção científica, literária ou artística da qual seja autor.

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